terça-feira, 20 de setembro de 2016

Temer, na ONU, conclama seus pares ao golpe

  

Na ONU, Temer diz que processo de impeachment "é exemplo ao mundo"
Fonte: BOL


Isso é uma piada, de péssimo gosto.

Por outro lado, o golpe no Brasil, que Temer e a velha mídia chamam de impeachment, é, de fato, um exemplo.

Não um exemplo para o mundo, já que o mundo, a imensa maioria das pessoas, assim entendido, será estraçalhada com processos similares ao que ocorre no Brasil.

O golpe é exemplo para o processo mundial em curso de contenção, até mesmo extinção - por que não ? - da Democracia.

Temer cita o mundo, porém sua mensagem vai para uma minoria que orbita o Poder em diversos países, um aviso claro, que com um verniz de legalidade pode-se aprofundar e atender as exigências de grandes Corporações.

O mundo real, que vive, começa a perceber que para a minoria o capitalismo é bem mais importante que a Democracia, como afirmou o candidato a presidência dos EUA, Donald Trump.

Um jogo perigoso, com final imprevisível e desdobramentos inimagináveis.

Fora Temer na ONU

Delegaciones de Ecuador, Costa Rica, Venezuela, Nicaragua, Bolivia y Cuba salieron de la UNGA cuando Temer comenzó a hablar. 

Fonte: Carta Maior Retweeted
Adriana Robreño @AdrianateleSUR
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Traíra lá dentro e o pau comendo lá fora!

Grupo protesta em Nova York durante discurso de Temer na ONU

publicado 20/09/2016


Ontem (19/09), durante o debate sobre refugiados, com o Mr. Fora Temer no palanque (Créditos: Natalia de Campos/Defend Democracy in Brazil)

Na Mídia Ninja:
#GetOutTemer! Manifestantes protestam em frente a sede da ONU, durante a 71ª Assembleia Geral das Nações Unidas.






Créditos: Natalia de Campos/Defend Democracy in Brazil

Fonte: CONVERSA AFIADA
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Delegações dão as costas a Temer em NY


Fonte: Blog da Luciana Oliveira
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Peruca no momento do gol


EMOCIONADO, ALECSANDRO COMENTA FALSO DOPING: “MOMENTO MAIS DIFÍCIL DA CARREIRA”


Foto: Reprodução SporTV
por Ivens ZanettiPublicado às 07:40 de 20/09/16

Alecsandro deve voltar a defender a camisa do Palmeiras em breve, mas o atacante passou por um drama pessoal nos últimos três meses. Após ser flagrado no doping, o atleta ficou suspenso, não podendo nem sequer treinar com os seus colegas, mas na última semana conseguiu junto a Wada (agência mundial antidoping) comprovar a sua inocência e que não tinha ingerido nenhuma substância.

Nesta segunda-feira (19), durante o programa Bem, Amigos! da SporTV, Alecsandro contou como foi o período em que esteve afastado, chegando a afirmar que foi o “mais difícil de sua carreira”, destacando o suporte que teve da família.

“Fui no caminho do CT do Palmeiras até em casa, chorando muito, pensando no que eu falaria para o meu filho de 11 anos. Foi o momento mais difícil da minha carreira. Tive outros momentos difíceis, mas esse foi o mais difícil”, disse.

“Chegar em casa e falar para a minha esposa que eu fui pego no antidoping é inacreditável. Minha preocupação maior era como eu contaria para o meu filho. As redes sociais estão muito avançadas, um menino de 11 anos já mexe no celular melhor do que a gente. Me doeu muito. Eu lembro que o que eu pude dizer para ele é que o pai não tinha feito nada, que eu ia conseguir provar a inocência”, revelou.

Alecgol, como é conhecido pela torcida, disse que houve uma confusão em relação ao produto que ele usou para um tratamento capilar, resultando na punição de até quatro anos. De acordo com o palmeirense, a família também foi afetada pela situação.

“No meu julgamento, eu falei para o juiz: “Ficou lá. Alecsandro foi pego no doping no globo.com por 29 horas”. Minha esposa teve que evitar a academia. Meu filho ficou sem jogar bola, porque a babá viu os outros falarem: “Olha o dopadinho ali”. Isso sujou a minha imagem”, completou.

O atacante já confirmou sua presença no jogo deste meio de semana, diante do Botafogo-PB, no Almeidão, pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

Fonte: IG
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Curiosamente o jogador quando marcava um gol ia ao encontro de uma câmara de TV no estádio e fazia um gesto simulando que era careta, não usava drogas.


Parece que o Sistema não gostou, já que o tráfico e o consumo de drogas representam um negócio que movimenta bilhões de dólares pelo mundo, dinheiro que depois é lavado em instituições financeiras, muitas das quais patrocinam eventos esportivos, como competições de futebol.

Sugiro que a partir de agora, já que o jogador comprovou sua inocência, comemore seus gols usando uma peruca, por exemplo.

O Sistema é violento e vingativo.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Vanguarda e retrocesso

Recordar é viver: Em 2009, Lula propôs tornar corrupção crime hediondo, mas a Câmara não aceitou 
http://ln.is/limpinhoecheiroso.com/lJYcd … via @MiguelBBargas



Recordar é viver: Em 2009, Lula propôs tornar corrupção crime hediondo, mas a Câmara não aceitou

Via Estadão online em 9/12/2009: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou e envia hoje ao Congresso um projeto de lei que caracteriza como hediondos os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa...


Fonte: aparecida cesario @soldaserra12
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250 mil vão às ruas da Alemanha contra os acordos de livre comércio nos quais o Serra quer engatar o Brasil

Super homens

Cientista: futuro da inteligência artificial é sua ligação aos nossos cérebros


Após a explosão do foguete da SpaceX no dia 1 de setembro, o fundador da empresa Elon Musk, ementrevista postada nesta semana, revela mais detalhes de sua visão sobre o futuro da inteligência artificial.

Falando com o presidente da empresa Y Combinator, Musk, que é também dono da fabricante Tesla, abordou uma série de questões sobre o tema. Eis o que ele disse:

"Acho que nós podemos convergir com a inteligência artificial via ligação de neurônios entre o nosso córtex cerebral e a extensão digital de nós mesmos… de fato você se torna um simbiota humano-artificial."

Segundo ele, "se essa prática se tornar popular, qualquer pessoa que deseje ter isso, poderá tê-lo".

"Não temos que nos preocupar com algum ditador horrível de inteligência artificial, porque nós somos a inteligência artificial coletiva. Esse é o melhor cenário que eu posso imaginar", sugere.

Questionado sobre qual área ele preferiria escolher se fosse um empresário de 22 anos, Musk menciona a inteligência artificial e a genética, mais especificamente – o conceito de conexão entre cérebro humano e computadores.

O cientista está pensando sobre a possibilidade de ter uma interface de alta faixa de frequências, pois no
momento os seres humanos estão limitados pela largura de banda. Embora ele afirme que nós somos "super-humanos", existem grandes limitações em termos de largura de banda de frequência, o que será importante resolver no futuro.

Musk não falou muita coisa sobre os riscos e perigos relacionados com a SpaceX, mas devido ao recente acidente ele tem "sérios receios" sobre como a empresa continuará alargando as fronteiras de viagens espaciais.

Fonte: JORNAL DO BRASIL
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Um livro lançado no Brasil no final da década de 1980 apresentava alguns estudos acadêmicos sobre a interface homem - computador.
O livro intitulado ' O Livro de Pragmagica' ( uma mistura de pragmatismo e magia ) já deve estar fora de catálogo.
A autora, Marilyn Ferguson, é a mesma autora de ' A Conspiração Aquariana', um livro de grande sucesso na metade dos anos da década de 1980.


Rotulada pela industria cultural como trotskista e alternativa, seus livros não tinham grande divulgação na grande mídia, no entanto, os estudos sobre interface homem - máquina, ditos alternativos e sonhadores naqueles anos, hoje são uma realidade.

Assim como são realidade outros tantos papers apresentados no livro, já que o livro é uma coletânea de artigos e estudos acadêmicos de vanguarda na época em foi lançado.


O Sistema tem enorme dificuldade em assimilar o novo.

A autora faleceu em 2008.

Cabeças que pensam. Coincidência significativa ?

Janio de Freitas ensina noções básicas do Direito a Dallagnol: “A convicção é pessoal e subjetiva. A prova é objetiva”
18 de setembro de 2016 às 12h59


Veja, que plagiou a Newsweek, advoga o assassinato extrajudicial de Lula; Dallagnol quer extirpar o PT em nome de convicção religiosa?

Procuradores da Lava Jato querem igualar provas a convicção e ilação

18/09/2016 02h00

Janio de Freitas, na Folha

A exposição acusatória feita por procuradores da Lava Jato contra Lula foi um passo importante, como indicador do sentido que determinados objetivos e condutas estão injetando no regime de Constituição democrática.

O propósito da exposição foi convencer da igualdade de ilação, convicção e prova, para servir à denúncia judicial e à condenação pretendidas sem, no entanto, ter os necessários elementos comprobatórios.

Orientador do grupo de procuradores, Deltan Dallagnol expôs o argumento básico da imaginada igualdade: “Provas são pedaços da realidade que geram convicção sobre um quadro”.

O raciocínio falseia. Provas dispensam a convicção, a ela sobrepondo-se. Daí que o direito criminal atribua à prova o valor decisivo. A convicção é pessoal e subjetiva. A prova é objetiva. A convicção deixou no próprio Supremo Tribunal Federal uma evidência da sua natureza frágil e da relação precária que tem com a Justiça.

Recém-chegado ao Supremo, Luís Roberto Barroso encontrou ainda o julgamento do mensalão. Em uma de suas primeiras intervenções, acompanhou uma decisão já definida mas, disse, não se sentia à vontade para dar seu voto à outra: proposta pelo relator Joaquim Barbosa e já aprovada, era a condenação dos réus petistas e vários outros, além do mais, também por formação de quadrilha. Causou espanto. Dois ou três ministros teriam apoiado a condenação por impulso ideológico ou político. Os demais, considerado o seu hábito, votaram por convicção.

Barroso foi breve e simples na recusa de fundamento à condenação. O espanto passou a insegurança. Mas foi só alguém rever o voto que dias antes dera à condenação, logo seguiram-se os capazes de retirar da sentença final a formação de quadrilha. Da qual não havia prova e tinham sobrado convicções.

Em artigo na Folha (sexta, 16), Oscar Vilhena Vieira notou a perplexidade decorrente de que as “grandes adjetivações” aplicadas a Lula pelos procurados, “como ‘comandante máximo’ [da ‘organização criminosa’], não encontrem respaldo nas acusações formais presentes na denúncia”.

O mesmo se pode dizer de afirmações como esta, de Dallagnol, de que Lula “nomeou diretores PARA que arrecadassem propina” [maiúsculas minhas]. E muitas outras do mesmo gênero.

De todas os integrantes da Lava podem ter convicção: é assunto de cada um. Mas que de nenhuma apresentem prova, por limitada que seja, e ainda assim busquem apoio emocional para sua “denúncia” vazia, fica claro que trilham caminho à margem da Constituição. E não estão sozinhos, como demonstra a tolerância conivente com sua escalada de abusos de poder, sobre fundo político.

O século passado viu muitas vezes a que levam essas investidas. Não poucos países viveram situações que ainda os levam à pergunta angustiante: “como foi possível?”. Aqui mesmo temos essa experiência: como foi possível ao Brasil passar 21 anos sob ditadura militar? Em nenhum desses países houve causa única. Mas em todos uma das causas foi a mesma: os que deviam e podiam falar, enquanto era tempo, calaram-se por covardia ou conveniência, quando não aderiram à barbárie pelos dois motivos.

É de um ministro do próprio Supremo, Dias Toffoli, que vem rara advertência para “o risco de que o Judiciário cometa o erro dos militares em 64″, se “criminalizar a política e exagerar no ativismo judicial”. Dias Toffoli fala em “totalitarismo do Judiciário”.


Fonte: VIOMUNDO
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A denúncia “Leite Glória” da Força Tarefa desmancha-se nas suas contradições

POR FERNANDO BRITO · 19/09/2016


A Folha de S. Paulo chama a atenção, hoje, para uma contradição evidente na “denúncia power point” apresentada semana passada por Deltan Dallagnol e & Cia contra Lula.

É que ela se apóia em uma única menção à suposta coordenação de Lula como “indicador de diretores” para facilitar o recebimento de propinas, numa delação que sequer foi judicialmente homologada.

O contrário do que dizem todos os outros delatores – entre eles, Paulo Roberto Costa – que negam qualquer tratativa com o ex-presidente sobre isso.

Mas será que Pedro Correia viu e ouviu isso?

Vejam o que ele disse, sob juramento, na CPI da Petrobras, em abril de 2015, onde eu grifo:

“O diretor de Abastecimento da Petrobrás, que se eu não me engano a memória era um tal de Manso, ele se atritou com a diretoria e o presidente Lula convidou o Paulo Roberto Costa para ser diretor de Abastecimento”, afirmou Corrêa, ao comentar a nomeação do delator ao cargo, em 2004. “Isso era a notícia que chegou para mim.”
“O presidente Lula, depois de achar que o Paulo (Roberto Costa) deveria ser diretor de Abastecimento, disse então que ele ficaria na cota de autoridades que poderiam ter a chancela do Partido Progressista”, disse Pedro Corrêa.
“Lula disse isso?”, questionou o deputado Onix Lorenzoni.
“Não disse isso a mim. Mas disse isso ao líder do partido, que era o sr Jose Janene”, respondeu o ex-deputado.


Quer dizer, os elementos de convicção de Dallagnoll vêm das declarações de um sujeito que “ouviu falar” que Lula teria combinado a indicação com fim escuso.

E ouviu falar de alguém que está (e já estava, na época da declaração) morto.

E o que tem isso a ver com o apartamento “do Lula” que não é do Lula e com a guarda de dez caixotes num depósito?

Simples, é que Dallagnol usa a “chefia” descrita por Correa para assegurar que Lula fazia parte de uma “caixinha” de onde teriam vindo os recursos para dar o imóvel que não foi dado e para pagar o armazém.

Sem a a delação (que não foi homologada e, portanto, é imprestável) toda a acusação desmorona.

Lembra-me de um carro, não me lembro se Dauphine ou Gordini, que, na minha infância era chamado de “Leite Glória”, por causa do slogan do recém lançado leite em pó “instantâneo”: “desmancha sem bater”.

Fonte: TIJOLAÇO
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A exposição dos procuradores da Lava jato é apenas uma parte de todo um processo que tem como alvo Lula, o PT e lideranças contrárias ao golpe.

Mesmo diante da escandalosa fragilidade da peça acusatória contra Lula, a grande imprensa repercutiu, acriticamente, a acusação.

Os jornais, revistas e telejornais disponibilizaram tempo e espaço para a acusação, sem que nenhum questionamento fosse apresentado.

Na revista Época, do grupo Globo, a acusação foi endossada em matéria de capa.

Em Veja, Lula , na capa, deve ter a cabeça cortada.

Na revista Isto É, a capa apresenta Fernando Henrique em uma foto que sugere um elegante estadista, e na matéria FHC orienta e define os rumos que o país deve seguir.

Deve-se considerar, ainda, que o fato, factóide, é apresentado 15 dias antes das eleições municipais de outubro. Um golpe a mais nos partidos e candidatos de esquerda que concorrem no pleito.

Segundo o artigo acima de VIOMUNDO, a convicção é subjetiva e a prova é objetiva.

A prova é a evidência, e evidências são objetivas, materiais.

No entanto, em tempos obscuros de golpe , a literatura jurídica permite evidências subjetivas, como, de certa forma, declarou uma ministra do STF em referência a sua opção de voto sobre uma determinada matéria.

A convicção que determina a certeza absoluta de uma tomada de decisão, independente de provas objetivas, se faz presente em todos os hóspedes forçados de sanatórios e casas de tratamento de doentes mentais.

Convictos e adoradores de uma literatura jurídica que tudo permite, por outro lado, ignoram as coincidências entre a exposição acusatória contra Lula, o comportamento da grande imprensa, e a proximidade das eleições.

Coincidências podem ou não ter um significado, no entanto, o histórico dos atores envolvidos, a forma e o mérito, são elementos bem mais robustos e claros indícios de provas de uma grande armação, do que as acusações apresentadas pelos procuradores contra Lula.

Existem cabeças que pensam e vida inteligente na blogosfera.

Velozes, reacionários e furiosos

Adversários que prometem voltar com a velocidade nas vias são irresponsáveis com a vida humana por causa de alguns votos



FonteFernando Haddad ✔ @Haddad_Fernando
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