quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Barba




SEXO, SAÚDE E CONFIANÇA: VEJA 3 RAZÕES PARA DEIXAR A BARBA CRESCER, SEGUNDO A CIÊNCIA


PEDRO NOGUEIRAGROOMINGInstagram / @levistocke

E aí, senhores, tudo bem? Hoje nós vamos falar de ciência aqui no canal do El Hombre. Mas não o tipo de ciência que se aprende na escola – tipo, sei lá, genética, células, ecossistema. O assunto de hoje é bem mais interessante: a ciência da barba.

Bom, todo mundo sabe que a barba voltou à moda nos últimos tempos. Por isso pesquisadores do mundo todo começaram a fazer um monte de estudos relacionados ao tema. E qual foi a conclusão deles? Que vale a pena usar barba por várias razões, que vão desde saúde até vida sexual.

Então se você tem o hábito de se barbear todo dia, hoje eu vou dar 3 argumentos científicosque com certeza vão te convencer a deixar a barba crescer.

ARGUMENTO 1: SAÚDE

Em primeiro lugar, a barba faz bem à saúde. Uma pesquisa australiana da University of Southern Queensland revelou que a barba nos protege contra alergias, tosse e ainda funciona como protetor solar para o nosso rosto.

Gostou? Calma que não é tudo, porque um microbiologista da University College London também descobriu que a barba produz uma espécie de antibiótico natural para o nosso corpo, que combate infecções. Incrível, né?

ARGUMENTO 2: AUTOCONFIANÇA

O nosso argumento número 2 diz respeito à autoconfiança. A Braun, uma marca alemã de barbeadores e aparadores, fez um estudo com 1000 homens de Nova York e descobriu, entre outras coisas, que os homens se sentem 53% mais confiantes quando estão barbudos. Ou seja, a barba é tipo uma injeção de autoestima. Inclusive 10% deles disseram que a barba os ajudou a ter mais sucesso no trabalho.

ARGUMENTO 3: ATRAÇÃO

E por fim, chegamos ao item 3, o mais importante de todos: os homens barbudos são mais atraentes. Novamente essa notícia veio da Austrália. Os cientistas da University of Queensland falaram com nada menos do que 8520 mulheres para saber o que elas achavam mais sexy: homens com ou sem barba.

O look campeão foi a barba de 10 dias, seguido pela barba cheia, depois a barba de 5 dias e em última o rosto liso. Não é uma surpresa, portanto, que os homens barbudos façam mais sexo, como revelou uma pesquisa do site de relacionamentos Match.Com.

CONCLUSÃO

A conclusão de hoje, então, só poderia ser uma: deixa a sua barba crescer. Aqui no El Hombrea gente tem vários posts sobre o tema, com dicas para cuidar da sua barba em casa, lista das melhores barbearias de São Paulo, os estilos barba que estão bombando, etc. Até a próxima

Fonte: IG
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Lendo os três argumentos do estudo científico e comparando com minha história de vida, agora tenho certeza que já nasci com barba

Planeta Mentira

Maconha deve ser tratada como álcool e cigarro, diz Obama


Obama disse que assunto deveria ser tratado como saúde pública

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse para a revista "Rolling Stones", em uma de suas últimas entrevistas como chefe de Estado norte-americano, disse que a maconha deveria ser tratada como o álcool e o cigarro, ou seja, como assunto de saúde pública.

Obama disse que é "insustentável" a situação atual da droga em seu país, com alguns estados que a legalizaram apenas para fins terapêuticos, outros que a despenalizaram totalmente, também para fins recreativos, e outros que a continuam proibindo em qualquer situação.

"Eu sempre fui muito claro sobre a minha crença que nós devemos desencorajar o abuso de substâncias. E eu não sou uma pessoa que acredita que a legalização é uma panaceia. Mas eu acredito que tratar [a maconha] como um assunto de saúde pública, do mesmo modo como nós tratamos cigarros e álcool, é o jeito mais inteligente de lidar com isso", afirmou o presidente norte-americano.

Obama, no entanto, disse que, mesmo que seja mais esperto pensar em maconha como tema de saúde pública não será nada fácil fazer com que isso se torne realidade, explicando que o assunto não pode ser resolvido simplesmente com um "decreto presidencial".

"Tipicamente, o modo no qual essas classificações são mudadas não são através de decretos presidenciais, mas sim legislativamente ou através do DEA [agência anti-drogas dos Estados Unidos]. Como você pode imaginar, o DEA, cujo trabalho é historicamente reforçar as leis relacionadas às drogas, nem sempre vai estar na frente sobre esse assunto, na vanguarda", explicou o mandatário na entrevista.

Fonte: JORNAL DO BRASIL
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"Não tem nada que eu gosto mais do que sentar,  folgar e fumar um bom cachimbo hemp enquanto toco minha gaita." - Abrahan Lincoln

Sempre que se aproxima o final de mandatos, presidentes e chefes de estado costumam emitir opiniões sobre temas polêmicos, e na maioria da vezes apresentando posições de vanguarda.

Obama é apenas mais um a fazê-lo.

De fato, a maconha deveria ser tratada como um problema de saúde pública, e não na esfera criminal como ainda acontece em muitos países lentos, tardios.

Os alimentos industrializados, em sua maioria encontrados nas prateleiras dos supermercados, também deveriam ser tratados como um problema de saúde pública, já que são responsáveis por inúmeras doenças, principalmente a obesidade.

Os estilos de vida sedentários, incentivados pela indústria do entretenimento, também deveriam ser tratados como um problema de saúde púbica, pois acarretam várias doenças.

O uso indiscriminado de fármacos sem prescrição médica, também deveria ser tratado como um problema de saúde publica, já que é responsável pela morte de milhares de pessoas pelo mundo.

A poluição do ar, que governos pelo mundo protelam medidas eficazes para mitigar seus efeitos, é responsável pela morte de milhares de pessoas anualmente, e também deveria ser tratada como um problema de saúde pública.

A ascensão de determinadas correntes religiosas que produzem alucinados úteis , também deveria ser tratada como um problema de saúde pública. No Brasil, no momento a população assiste, perplexa, pequenos grupos de operadores do direito a da lei em batalhas de vida ou morte contra um suposto diabo.

E por fim, sem a menor intenção de esgotar o assunto, o jornalismo ocidental também deveria ser tratado como um problema de saúde pública, principalmente e não apenas nos EUA, onde uma grande parcela da população americana, algo próximo da metade, ainda acredita nas informações produzidas pela mídia de que o Iraque é um centro de armas de destruição em massa que ameaça o mundo, um caso gravíssimo de dissonância cognitiva coletiva.


Humor sujeito imprensa

Como se vê, ou se inclina a perceber, o mundo atual é um caso de saúde pública, onde a racionalidade é seletiva para atender interesses de uma minoria de 1 % da população mundial.

A solução para a doença global é a mudança radical de valores e da cultura dominantes, ou seja , paz e qualidade de vida para todos, brother.


2003 - Quando o sargento Ivan Frederick registrou as crueldades aplicadas aos prisioneiros iraquianos na prisão de Abu Ghraib, não imaginava que uma de suas fotos seria a mais lembrada da guerra dos Estados Unidos no país. O prisioneiro nu, coberto com um pano e cercado se fios elétricos, chocou a opinião pública com sua pose que lembrava uma figura religiosa

AO VIVO | Tribunal Popular da Guerra do Iraque denuncia custo humano do conflito

Em carta aberta, ativista do grupo de familiares dos soldados convida o presidente Barack Obama para o evento

Nadine Nascimento
Brasil de Fato | São Paulo, 30 de Novembro de 2016 às 19:00


Série de depoimentos sobre custos da guerra do Iraque começam a ser colhidas nesta quinta-feira (1°), em Washigton, DC / Arte: Bruno Lima

ACOMPANHE AO VIVO

A partir desta quinta-feira, 1° de dezembro, ocorrerá em Washington, capital dos Estados Unidos, o Tribunal Popular da Guerra do Iraque. Estarão reunidos veteranos da guerra, além de seus familiares, para denunciar o custo humano e material da guerra que durou entre 2003 e 2012, além de reivindicar a criação da Comissão da Verdade e Responsabilidade pela Guerra do Iraque. A iniciativa é encabeçada pela organização Code Pink e reúne uma série de outros coletivos e institutos de direitos humanos estadunidenses.

O Brasil de Fato é parceiro do evento e irá reportar os principais depoimentos e desdobramentos relativos ao Tribunal. A cobertura especial ocorrerá nos dias 1° e 2 de dezembro com informações direto de Washington.

Abr.2004 - Em 1991, o governo dos Estados Unidos proibiu a divulgação de imagens de caixões dos soldados do país voltando aos EUA após morrerem em conflitos no exterior. A restrição valia apenas para empresas jornalísticas. Quando Tami Silicio, funcionária de uma empresa contratada pelo governo, registrou um dos muitos voos que deixavam o Iraque com caixões dos norte-americanos mortos na guerra, não imaginava que ajudaria a acabar com a regra, após a publicação da foto na capa de um jornal de Seattle, não sem antes perder o emprego

Stacy Bannerman é advogada, ex-companheira de um soldado, ativista do grupo "Military Families Speak Out" (As famílias dos militares falam, em tradução livre), autora do livro "Como famílias de militares são feridas por nossas guerras" e estará presente no Tribunal. Em carta aberta ao presidente Barack Obama, ela o convida para participar do evento e testemunhar de perto a dor dos soldados e de seus familiares.

“Gostaria que você estivesse lá, senhor presidente. Gostaria que ouvisse – e lembrasse – as mentiras que transformaram essa nação naquela guerra abandonada por Deus. Quero que ouça exatamente o que custou a tantos até o momento: as vidas e as paisagens que foram perdidas, envenenadas ou destruídas; os corações e lares rompidos. Quero que veja as fotos das mulheres que foram assassinadas pela violência de seus companheiros que retornaram da guerra; para olhar nos olhos da mãe cujo filho de doze anos se suicidou durante a segunda passagem do pai pelo Iraque”, diz a ativista.

Em outro momento, a ativista relembra como foi pessoalmente atingida pelas consequências da guerra. “Setenta e seis por cento da nação considera a guerra no Iraque um erro. Esse erro criou centenas de milhares de baixas e custou bilhões de dólares. Esse erro forçou o meu, agora, ex-marido a servir por dois longos anos no Iraque. Seu severo transtorno pós-traumático o conduziu a uma dependência de metanfetamina que custou minha casa, meu trabalho e tudo que eu amo. E quase me custou a vida”, lembra.

Bannerman fala também do momento em que conheceu Obama, durante o verão de 2006, quando ele ainda era um senador. Ela pede para que o presidente se lembre de como se posicionava, naquela época, contra àquilo que chamava de “guerra estúpida”.

“Gostaria que testemunhasse o sofrimento infinito das famílias de militares que ficaram irreconhecíveis pelas lesões morais e físicas de uma guerra injusta. Estou te convidando para participar na esperança de que você se lembre do homem que era no dia em que nos conhecemos. Estou pedindo que mostre a coragem e moral que o levaram até a Sala Oval e crie uma Comissão da Verdade e Responsabilidade pela Guerra do Iraque antes de deixá-la”, afirma Bannerman.



Fonte: BRASIL DE FATO

Seletividade criminosa

Consciência.Net @consciencia_net

Juízes e procuradores manipulam e distorcem a verdade porque não querem responder por crime.
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Qualquer semelhança com acontecimento que se arrasta por mais de uma década, que o leitor deste blogue certamente conhece, não é uma simples coincidência. Trata-se de uma prática corriqueira das elites, acostumadas em apontar o dedo sem qualquer questionamento, que quando emparedadas passam a construir diferentes realidades com o intuito de não responder por suas práticas criminosas. Assim acontece com os poderes da república, com a imprensa ,a mídia e parcela endinheirada da sociedade.

Atuando sempre em bancadas privilegiadas, os poderes da república e a mídia praticamente não sofriam nenhum tipo de questionamento que pudesse incomodá-los. Com o surgimento da internete e das redes sociais, acontece uma transferência de poder, onde todo o cidadão ganha voz até mesmo com grande alcance e com impacto na sociedade. Com isso, o que antes era oculto se manifesta expondo valores e práticas dos poderes dominantes, onde práticas criminosas sempre se fizeram presentes.


Com esse novo cenário, onde o diálogo substitui o ditado, os poderes revelam-se , e o que para a maioria da sociedade era tido como referência, apresenta-se como decadência. Sem as togas, as bancadas, os microfones e as canetas que asseguravam proteção, emerge, na ainda insipiente transferência de poder, a voz do povo como algo bem mais rico, principalmente em qualidade.

De todos os poderes, o fracasso do jornalismo é o que mais chama a atenção da população, uma vez que misturado ao senso comum com o advento da internete, o anacrônico jornalismo, hoje, não sabe onde está, não sabe o que é e, também, não sabe que caminho seguirá. Em seu estado na crise que o país e mundo atravessam, o jornalismo comporta-se como um feiticeiro, ou seja, acredita que pode construir realidades.

Redações e pajelanças vivem em um constante híbrido em ressonância.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Alta tecnologia para guardar lixo

Nova cúpula para proteger reator de Chernobyl é inaugurada

Domo tem como objetivo isolar o material radioativo do local

A cúpula projetada para cobrir e proteger o reator número 4 da central atômica de Chernobyl, na Ucrânia, foi finalmente posicionada no local da maior tragédia nuclear da história, que aconteceu em 26 de abril de 1986 na então União Soviética, e inaugurada nesta terça-feira (29). O transporte da cúpula, que representa um dos projetos de engenharia mais ambiciosos do mundo, durou duas semanas. Em formato de um domo, a estrutura foi "deslizada" até o reator.

A cúpula tem como principais objetivos confinar os materiais radioativos presentes na área, isolar o "sarcófago" construído emergencialmente há cerca de 30 anos para evitar uma maior contaminação nuclear e proteger os trabalhadores da região. A nova estrutura, feita de aço e desenhada para resistir ao menos 100 anos, tem 162 metros de comprimento, 275 metros de largura, 108 metros de altura, pesa de 25 mil toneladas e custou 1,5 bilhão de euros, financiados pelo Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (BERD).

Mesmo com a cúpula posicionada e inaugurada, ela só entrará em operação no fim do ano que vem, quando todos os equipamentos necessários para o desmantelamento do "sarcófago" e do reator acidentado tiverem sido devidamente instalados. "Trata-se da maior
estruturamóvel já realizada até o momento e a Itália fez uma notável contribuição em relação a dinheiro e do ponto de vista científico e tecnológico", disse o embaixador italiano na Ucrânia, Davide La Cecilia. "Na realização da estrutura contribuiu a empresa Cimolai [da cidade italiana de] Pordenone que, em sua própria planta, criou as estruturas em aço de alta resistência que compõem a cúpula.

"Além disso, a Itália contribuiu também na segurança de Chernobyl com uma quantia próxima a 100 milhões de euros, depositados nos fundos específicos criados pelo BERD", afirmou o embaixador. Durante a madrugada de 26 de abril de 1986, um aumento súbito da potência no reator 4 resultou no sobrecarregamento do núcleo, o que provocou a explosão hidrogênio acumulado em seu interior. A tragédia foi o pior acidente nuclear da história, tendo contaminado grandes áreas da Ucrânia, da Rússia e de Belarus.

Fonte: JORNAL DO BRASIL
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Uma cúpula com 162 metros de comprimento, 275 metros de largura, 108 metros de altura, 25 mil toneladas de peso, feita de aço e desenhada para resistir 100 anos, ao custo de 1,5 bilhão de euros. Uma obra de engenharia das grandes. No entanto, a cúpula será para proteger, pode-se dizer confinar, lixo. Isso mesmo, tudo isso para confinar lixo radioativo trinta anos depois do acidente que ainda produz vítimas, de forma silenciosa, invisível, sem estardalhaço midiático, afinal, para os nucleocratas e para os defensores da energia nuclear a eletricidade gerada pelas centrais nucleares é indispensável ao mundo, por ser economicamente viável e segura. Quanto as vítimas do acidente de 1986, que morreram e ainda morrem nos dias atuais, os culpados por essas mortes são as próprias vítimas, que estavam no lugar errado e na hora errada, dirão os defensores de uma tecnologia que gera lixo que mata, permanecendo ativo no ambiente por milhares, isso mesmo, milhares, de anos. Assim sendo, ao final de 100 anos nova obra para cuidar do lixo ? Nova cúpula e novos bilhões de dolares ?
Estranho ou irracional ?


Primeira página


                                         
             Nossos sentimentos às famílias e comunidades das vítimas do acidente aéreo


O assunto principal em toda a mídia mundial, não poderia ser outro. A tragédia da Chapecoense.

Proliferam memes, capas de jornais e performances em telejornais homenageando e reverenciando os mortos na tragédia que devastou o Brasil.

Todo o mundo foi pego de surpresa, mas, não deveria, como diz o poeta, tudo pode estar por um segundo. Porém, não adianta, ninguém imagina que essas coisas acontecem quando menos se espera, pelo motivo que ninguém espera que seja no momento em que acontecem. Sempre se pensa que vai acontecer, no futuro, com outras pessoas. Temos uma inclinação à um desejo de imortalidade, ou talvez seja um medo profundo em admitir que tudo passa, em algumas ocasiões de forma trágica e violenta, e na maioria das vezes pelo veredito inapelável do Senhor Cronos, o tempo.

Dito isto, a mídia mundial procurou traduzir esse sentimento, de várias formas e maneiras, onde prevaleceram imagens das vítimas do acidente e o sofrimento em todo o mundo.

No entanto, o tablóide popular Meia Hora, do Rio de Janeiro, foi além. Conhecido como um jornal que produz primeiras páginas criativas e bem humoradas sobre os problemas da cidade, o que já lhe rendeu alguns prêmios, o Meia, como é conhecido entre seus leitores optou pelo simples criativo e, assim sendo, foi genial.

Usando símbolos atuais das mídias digitais, o jornal mostra que até os campos de futebol pelo mundo choram a tragédia. Sem sensacionalismo e apelação, comum nos jornais populares, inclusive no próprio, o Meia, com muito pouco fez tudo, disse tudo, com sensibilidade poética e sem ficar no lugar comum.

PEC do fim do mundo e pancadaria

Descobriram que um dos carros incendiados ontem na Esplanada é de uma ex-namorada de Temer:


Fonte: CARTA MAIOR
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A foto que simboliza a aprovação da PEC 55

30/11/2016 Pedro Lorenzi Breier

(Coquetel do lado de dentro da "casa do povo" e sangue do lado de fora. Foto: Gisele Arthur)

Por Pedro Breier, correspondente policial do Cafezinho

A foto acima é simbólica do que está acontecendo no Brasil.

Do lado de dentro da Câmara, parlamentares desfrutam de um aprazível coquetel.

Do lado de fora, estudantes, trabalhadores e integrantes de movimentos sociais são covardemente atacados pela PM de Brasília.

A PEC 55, aprovada ontem em primeiro turno de votação pelos nossos bem alimentados senadores, vai fazer mais ou menos isso: drenar os recursos do Estado para o pagamento dos juros da dívida pública, alimentando insaciáveis banqueiros, enquanto estudantes e trabalhadores sofrerão na pele os efeitos do congelamento dos investimentos públicos pelos próximos 20 anos, mesmo que a receita do Estado brasileiro aumente.

Caso haja revolta (e vai haver), o Estado oferecerá o serviço premium destinado aos manifestantes de esquerda, um coquetel luxuoso de bombas, gás lacrimogêneo e spray de pimenta.

O ‘aparelhamento do Estado pelo lulopetismo’ foi um mantra repetido à exaustão pela mídia corporativa durante os governos petistas.

O STF era usado como exemplo desse aparelhamento, acreditem. A presença de movimentos sociais em atos no Planalto também.

Mas quando a PM é absurdamente seletiva na escolha dos alvos de seus ataques covardes, o som do silêncio desta mesma mídia sobre o aparelhamento do Estado pela direita é ensurdecedor.

Algo em torno de 50 insanos manifestantes de extrema-direita pedindo intervenção militar conseguiram, sem maiores dificuldades, tomar de assalto a mesa diretora da Câmara, aos gritos de ‘viva Sérgio Moro’:

(Foto: Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados)

Ontem, 10 mil pessoas protestando pacificamente contra a PEC 55, do lado de fora do Congresso, foram atacadas brutalmente, sob a velha desculpa de que foi um grupo dos manifestantes que iniciou o quebra-quebra. Alguns parlamentares tentaram parar o massacre, mas ouviram dos policiais que a ordem era atacar.

A diferença entre os dois protestos? Um era da direita, o outro da esquerda.

A PEC 55 apenas transpõe esse aparelhamento do Estado pela direita, uma constante quando tratamos das ações das PMs estaduais, para todas as áreas.

‘Não tem outro jeito’, diziam os nossos apalermados senadores, ontem, durante a votação.

Nossos parlamentares fingem não saber que a PEC 55 é nada mais nada menos que a teoria econômica da direita, a austeridade, enfiada goela abaixo dos próximos 5 presidentes eleitos.

Depois de afundar a Grécia e não dar certo em lugar nenhum da Europa, a austeridade chega ao Brasil como a única solução possível. Não é maravilhoso o consenso que uma mídia concentrada e canalha pode produzir?

A teoria econômica desenvolvimentista, segundo a qual nos momentos de crise o Estado deve aumentar o investimento público para aquecer a economia, defendida por muitos economistas, dentre eles o ganhador do nobel Paul Krugman, simplesmente não existe para o oligopólio midiático.

Consequentemente, não existe também para os senhores de cabelo acaju que, em tese, representam o povo brasileiro.

Ficamos assim, portanto.

Aos deputados e banqueiros, coquetéis e recursos públicos.

Aos estudantes e trabalhadores, nada. Se protestarem, tiro porrada e bomba.

A direita é que sabe como aparelhar o Estado.

Fonte: O CAFEZINHO
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A batalha campal em Brasília é sinal do desgoverno que tomou o Brasil.

Postado em 30 Nov 2016
por : Diario do Centro do Mundo



Brasília, 29 de novembro de 2016

Publicado no Blog do Marcelo Auler.

POR EUGÊNIO ARAGÃO, ex-ministro da Justiça.

Já o dizia meu saudoso pai: os ignorantes usam o punho, enquanto os inteligentes usam a cabeça. Em outras palavras, o punho do ignorante entra em cena, quando seus paupérrimos argumentos se esgotam.

A batalha campal ocorrida terça-feira (29/11) em Brasília é um evidente sinal do desgoverno que tomou conta do Brasil depois do golpe parlamentar.

Um grupinho se incrustou nos palácios e ministérios da capital, sem capacidade de diálogo e de minimamente convencer a sociedade atônita sobre seus propósitos. Prefere mandar a “puliça” atacar indefesos manifestantes a se dar ao esforço da argumentação. Até porque argumentos não há que sustentem a degradação do Brasil a uma republiqueta de atores políticos vaidosos, ambiciosos e gananciosos.

Não há mais projeto nacional, não há metas nem de curto, nem de médio e nem de longo prazo. A economia está à deriva, por se interessarem seus gerentes públicos apenas por satisfazer as pretensões egoístas de rentistas e especuladores.

Ontem um amigo empresário do Norte me disse que a exportação de gado brasileiro caiu 90% e o setor está em polvorosa.

Com certeza não é um problema de falta de demanda externa, mas sim da mais tosca incompetência do desgoverno, incapaz de abrir novos mercados e de manter os já consolidados.

A comissão de comércio exterior da Federação Russa, por exemplo, insistiu em vão em se reunir com os técnicos do Sr. José Serra e não recebeu nenhuma confirmação sobre data que estava ficada, desde tempos, para dezembro. A reunião, parece, ficou para depois do carnaval.

A Embraer atravessa séria crise, de modo a demitir centenas de seus empregados especializados. Os estaleiros construídos para atender às demandas de equipamentos naval para exploração do pré-sal estão estagnados. Milhares de empregos foram riscados do mapa. O governo resolveu desistir do conteúdo nacional no setor.

O Almirante Othon, pai da energia nuclear brasileira foi colocado atras das grades, condenado a 43 anos de reclusão, mais do que a Sra. Susanne Richthofen, que fez matar pai e mãe.

E, no entanto, pouco interessou aos ávidos acusadores que a administração de meios nessa área estrategicamente sensível não se pode fazer por rotinas comuns, transparentes. Afinal, certos insumos para o programa não se adquirem pela internet pagando com Pay-Pal. Mas isso é muito complexo para procuradores ameganhados.

Ao mesmo tempo, assistimos um assombrador crescimento de grupos fascistas na sociedade. Pessoas embrutecidas pelo vício de uma linguagem violenta nas redes sociais se distraem colocando para fora seu ódio contra as forças democráticas. Sua presença, ontem, no banzé organizado pela “puliça” na esplanada dos ministérios, mostra sua disposição de jogar o país no caos. O “quanto pior melhor” só os aproveita. E quem apanha é a multidão pacífica que teve seu ato infestado por atos de provocação dos brucutus bolsonaristas.

Enquanto isso o Judiciário e o ministério público estão mais preocupados com seus umbigos, temerosos de qualquer iniciativa legislativa que os venha chamar à responsabilidade.

Não se vê ação contra esse massacre aos direitos individuais e coletivos, mas somente a cantilena do “combate” à corrupção, do julgamento falso-moralista da classe política, como se o Brasil só agora tivesse despertado para as mazelas do financiamento eleitoral e partidário.

Juízes, nestes tristes tempos, falam pelo cotovelo. Emitem juízos antecipados sobre processos em curso e até se sugerem a deputados e senadores como seus conselheiros… impressionante a ousadia da burocracia sobre a democracia. O poder que emana do povo já lhes deixou de ser sagrado há muito.

Não há luz no fim do túnel. A única saída desse estado desesperador é a organização da sociedade civil, para que tome em suas mãos a defesa da Constituição-Cidadã e exija a mudança urgente do desgoverno por um governo legítimo saído das urnas.

Essa demanda urgente não pode ser desvirtuada com a de setores pouco afeitos à democracia que namoram numa eleição indireta em 2017. Tratar-se-ia de mais um golpe dentro do golpe, para manter a sociedade longe do comando sobre seu destino.

Também não podemos contar com um proativo Supremo Tribunal Federal que venha a reinstituir a presidenta destituída à traição, pois essa corte mais está preocupada com sua própria imagem na mídia conservadora que ajudou a tramar o golpe contra a constituição.

Tenhamos, pois, esses dois objetivos claros em mente: a defesa da carta maior gestada numa constituinte eleita e a realização já de eleições para presidente. É o único meio de o Brasil sair do lamaçal em que os golpistas o jogaram.

E quanto aos inimigos da democracia, terão que pagar por seus atos covardes perante a História, que saberá avaliar a gravidade da conspiração por eles praticada contra o País.

Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO
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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Droga lícita










O caro leitor gosta de coca-cola ?
Gosta?
Pois então veja as transformações que acontecem no seu organismo durante a primeira hora após ingerir uma latinha com 350 ml do refrigerante:

1. Após os primeiros 10 minutos

Uma latinha de refrigerante tem aproximadamente o equivalente a 10 colheres (chá) de açúcar (a Associação Americana de Cardiologia recomenda que esse consumo seja de 9 colheres diárias para os homens e 6 para as mulheres). Essa quantidade de doce, tomada de uma só vez, seria o suficiente para sobrecarregar seu corpo e deixá-lo enjoado, porém, o ácido fosfórico contido nessas fórmulas corta parte do sabor do açúcar e você, consequentemente, consegue engolir.

2. Após 20 minutos, aproximadamente

Há um pico de açúcar na sua corrente sanguínea e sua insulina – hormônio responsável pela redução da glicemia, a taxa de glicose no sangue, e que promove o ingresso de glicose nas células – vai às alturas.

Seu fígado responde a isso queimando qualquer açúcar disponível no organismo – e há muito disso nesse momento – e transforma boa parte em gordura.

3. Após os 40 minutos

Se seu refrigerante preferido tem cafeína, ela foi toda absorvida. Suas pupilas estarão mais dilatadas, sua pressão sanguínea mais alta e como resposta seu fígado libera mais açúcar no seu sangue. Os receptores de adenosina – agora ligados à cafeína – não “enxergam” a adenosina, um hormônio responsável pela diminuição do ritmo do corpo. Agora você não consegue relaxar e os vasos sanguíneos do seu cérebro estão comprimidos.

4. Após os 45 minutos iniciais

Seu corpo aumenta a produção da dopamina – um dos hormônios envolvidos na sensação de prazer. Fisiologicamente, o processo é muito similar ao que acontece com os usuários de heroína.

5. Após uma hora

O ácido fosfórico do refrigerante se liga ao cálcio, ao magnésio e ao zinco que estão no seu intestino. Isso, combinado com as altas doses de açúcar ou de adoçantes artificiais, aumenta a excreção do cálcio via urina.

6. Ao final da primeira hora, aproximadamente


A cafeína tem propriedades diuréticas. Nesse momento, se você for ao banheiro, seu corpo vai passar excretar junto com a urina, uma parte do cálcio, magnésio e zinco que deveria servir para manter seus ossos saudáveis, além de uma boa parte de eletrólitos – cargas elétricas que facilitariam diversas funções celulares, incluindo as ligações entre os neurônios – e água.

7. Finalmente, após mais de uma hora

Nesse momento você já foi ao banheiro e mandou embora todas aquelas substâncias do refrigerante, junto com diversos minerais, eletrólitos e água. O pico de glicose está em uma curva descendente e seu corpo quer mais (afinal, isso ativa os centros de prazer no cérebro). Você começa a ficar irritado. Alguém pode sugerir que é hora de fazer uma pausa e ir à lanchonete tomar um refrigerante. O ciclo, então, recomeça.

“É claro que o tempo de absorção e excreção dessas substâncias pode variar de pessoa para pessoa”, observa Marcela Kotait, nutricionista do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (Ambulim – IPq/HC-FMUSP). Fatores como peso, altura e se houve consumo alimentar junto com o refrigerante – entre outros – podem influenciar nessa dinâmica.